Não venha me dizer que não gostou!
Mas, não precisa babar, né?
"O que levamos desta vida é a vida que sentimos, na pele, na alma. As emoções fazem verdadeira uma vida e uma vida verdadeira faz emoções. Ame-se e permita-se amar..."
No justo momento em que:
o fracasso lhe atropele o carro da esperança;
o apoio habitual lhe falte à existência;
a ventania da advertência lhe açoite o Espírito;
a aflição se lhe intrometa nos passos;
a tristeza lhe empane os horizontes;
a solidão lhe venha fazer companhia...
No momento justo, enfim,
em que a crise ou a angústia,
a sombra ou a tribulação se lhe façam
mais difíceis de suportar,
não chore e nem esmoreça.
A água pura a fim de manter-se pura
é servida em taça vazia.
A treva da meia-noite é a ocasião
em que o tempo dá sinal de partida
para nova alvorada.
Por maior a dificuldade,
jamais desanime.
O seu pior momento na vida
é sempre o instante de melhorar.
Numa terra em guerra, havia um Rei que causava espanto.
Sempre que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.
Nesta sala, ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então:
"Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus
arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem trancados".
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira o Rei dirigiu-se ao soberano:
- Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
- Diga, soldado.
- O que havia por detrás da assustadora porta?
- Vá e veja você mesmo.
O soldado então abre vagarosamente a porta e, à medida que o faz, os raios de Sol vão adentrando e clareando o ambiente.
E finalmente, ele descobre, supreso, que a porta se abria sobre um caminho que conduzia à Liberdade!!!
O soldado admirado, apenas olha seu Rei que diz:
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiam morrer do que arriscar-se a abrir a porta.